Fazer ou falar: Inovação

O que é mais importante, inovar ou difundir a inovação?

O que é mais importante, inovar ou difundir a inovação? Recentemente li um artigo de título “Inovação Tecnológica: Uma revisão da abordagem schumpeteriana e neoschumpeteriana acerca do progresso técnico” que corroborou profundamente aos meus conhecimentos durante minha Especialização em Economia da Inovação, trazendo-me essa reflexão.

A resposta parece óbvia, mas não é. Quando pensamos no progresso técnico atrelado a Inovação, podemos considerar o aprendizado interno e externo (Tatsch, 2008).

Já quando pensamos em difundir, precisamos considerar que outros atores do ecossistema de inovação estão desenvolvendo tecnologia e desenvolvendo inovação, mas quanto disso pode ser amplificado?

Para Conceição (2014) as organizações não inovam de maneira isolada, mas sim a partir da interação com outros atores do ecossistema, podemos pensar, dessa forma que ao pensarmos no conceito de difusão como compartilhamento e comunicação, temos a esfera social permitindo a difusão da inovação por meio do compartilhamento entre os atores do ecossistema.

Nesse contexto, surgem as redes tecno-econômicas, trazendo um cenário positivo associando a difusão tecnológica ao crescimento dos atores e do país de modo geral.

Agora imagine o melhor dos cenários: Todo o conhecimento de todos esses atores combinados como engrenagens de um futuro melhor, de avanço mais rápido e aperfeiçoado.

Como agente de inovação de um Hub, em que buscamos unir os atores do Ecossistema difundindo a Inovação Aberta na Região Norte.

Deixo a reflexão: Como podemos difundir a inovação e trazer impactos ainda maiores para o nosso Ecossistema?

CONCEIÇÃO, César Stallbaum (2012). Da revolução industrial a revolução da informação: uma análise evolucionária da industrialização da América Latina. Dissertação (Doutorado em Economia). 2012. 209f. Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2012. Disponível em: acesso em 15 ago. 2016.


TATSCH, Ana L. (2008). Conhecimento, Aprendizagem, Inovação e Proximidade Espacial: o caso do arranjo de máquinas e implementos agrícolas no Rio Grande do Sul. Revista Brasileira de Inovação, Rio de Janeiro, v. 7, n.1, p.63-100, jan/jun 2008. Disponível em: acesso em: 24 out. 2016.
Citados por Daniel Gonzaga de Melo anteriormente na fonte: Brasil Escola – https://lnkd.in/d5AV_Btk

Colunista ABStartups

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